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Pirelli mostra na Expointer 2010 seu primeiro pneu radial agrícola produzido localmente

Destinada a tratores e máquinas de alta potência, a linha Earth Agro PHT apresenta alta tecnologia, que permite um rendimento até três vezes  superior a um pneu convencional

A Pirelli mostra na 33ª edição da Expointer, feira agropecuária e de maquinário que neste ano acontece entre 28/8 e 5/9, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil Esteio (RS), o Earth Agro PHT, o primeiro pneu radial agrícola produzido no Brasil.

Com rendimento quilométrico até três vezes superior a um pneu convencional equivalente, o Earth Agro PHT foi desenvolvido pela equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli para atender a crescente demanda do mercado do agronegócio brasileiro. Destinado a tratores de alta potência, colheitadeiras e pulverizadores, que são utilizados em atividades como cultivo de grãos e usinas de cana-de-açúcar, este equipamento apresenta novas características, como a melhor transmissão da potência da máquina para o solo, o que colabora na economia de combustível. Além disso, a nova linha apresenta melhor autolimpeza e tratividade, pois utiliza planos diferenciados de rigidez da banda de rodagem para expulsar a terra acumulada no pneu.

A camada de borracha entre a banda de rodagem e a carcaça está 70% maior e as barras de tração receberam um reforço na sua base para resistir aos picotamentos e lacerações. Com estas inovações, a durabilidade aumentou consideravelmente.

“Nossas expectativas para o evento deste ano são positivas, uma vez que o evento acontece em um período de forte aquecimento do setor. Iremos mostrar ao público as vantagens que um pneu radial traz para o produtor agrícola, como mais horas de trabalho, maior durabilidade e baixa compactação do solo. São atributos que colaboram para aumentar a produtividade”, diz Flávio Bettiol Junior, diretor da unidade de negócios Caminhão e Agro da Pirelli na América Latina.

O Earth Agro PHT traz impresso, no flanco, a série técnica do pneu com a indicação da relação percentual entre a altura e a largura da secção do pneu. No caso de um equipamento de série 70, por exemplo, esse número indica que a altura da secção do pneu corresponde a 70% da largura desta. Os pneus de maior série têm como vantagens uma melhor absorção de impactos e maior resistência a avarias. Já os pneus de menor série proporcionam ao operador uma melhor dirigibilidade e segurança dado seu perfil mais baixo.

“Desenvolvemos um pneu inovador para atender as novas exigências dos fabricantes de máquinas e insumos agrícolas e grandes produtores rurais. As técnicas mais modernas da agricultura, como a de plantio direto, exigem tratores de maior potência e o pneu radial auxilia justamente na transmissão de potência da máquina para o solo e na tratividade, o que colabora na autolimpeza. Além disso, o equipamento contribui para uma menor compactação do solo, reduz consumo de combustível e, consequentemente, os níveis de emissões de CO². Características que colaboram com a sustentabilidade do agronegócio brasileiro”, completa Bettiol.

O Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de grãos do Brasil, representando 16% do total da safra agrícola do país. Os produtos que mais se destacam são arroz, milho e soja, que respondem, somados, por mais de 90% da produção gaúcha. Além do potencial agropecuário, o Rio Grande do Sul está localizado numa região estratégica para a Pirelli, uma vez que é um corredor de exportação para outros países do Mercosul. É por isso que desde 1976, a Pirelli tem uma planta na cidade de Gravataí, onde são produzidos pneus para automóveis, caminhões, tratores e implementos agrícolas, além de ser umas das duas únicas fábricas da empresa no mundo que produz pneus de motocicletas, que são exportados para o mundo todo.  

Veja as sete medidas do Earth Agro PHT que já estão disponíveis no mercado:

Earth Agro PHT:90, série técnica 90, cujas medidas são 380/90R46 e 320/90R46

Earth Agro PHT:85, série técnica 85, cuja medida é 520/85R42

Earth Agro PHT:70, série técnica 70, cuja medida é 710/70R38

Earth Agro PHT:65, série técnica 65, cujas medidas são 600/65R28 e 800/65R32

Earth Agro PHT:60, série técnica 60, cuja medida é 900/60R32

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Projeto cultural leva ópera para alunos das escolas públicas de SP e interior

Nos meses de agosto e setembro o espetáculo itinerante “A Criada Patroa”, será apresentado em escolas da Rede Estadual de São Paulo. Idealizado por Livia Sabag e Cléia Mangueira, o projeto “Ópera na Escola”, tem como objetivo possibilitar a estudantes e à população de baixa renda, o acesso à música erudita e ao gênero operístico.

 “A ópera, por sua natureza híbrida, que inclui música, teatro e artes visuais, é uma forma de arte que pode ser facilmente apreciada por qualquer tipo de público. No entanto, a maior parte da população brasileira não tem acesso à espetáculos eruditos, que geralmente são produzidos para uma elite de alto poder aquisitivo. Dessa constatação surgiu a idéia de irmos até esse público, que julgamos carente.”, explica Livia Sabag, diretora Cênica do espetáculo.

 “A Criada Patroa”, que conta com o patrocínio da Pirelli, é uma versão em português da famosa ópera italiana La Serva Patrona, que por sua enorme qualidade artística entrou para o repertório dos grandes teatros e até hoje é frequentemente encenada, especialmente como introdução ao público leigo.

 “Estamos felizes em fazer parte do Ópera na Escola, não só porque é um projeto pioneiro no Brasil, mas também porque a Pirelli acredita que a arte, sob todas as suas formas, inclui e amplia a visão de mundo das pessoas. Com o acesso a música , os jovens aumentam seus conhecimentos, o que gera novas possibilidades para seu futuro”, diz Mario Batista, diretor de Assuntos Corporativos da Pirelli. 

 Além da apresentação gratuita o público receberá informações sobre o gênero e sobre o processo de elaboração do espetáculo.

 “Nos inspiramos no projeto de Formação de Público em Teatro, produzido pela Prefeitura de São Paulo há uns anos atrás. Colocamos os músicos e o cenário numa van e partimos para as escolas. Chegando lá montamos nossa produção, como faziam as companhias mambembes antigamente, depois desmontamos tudo e partimos para outra escola”, conta a diretora de produção Cléia Mangueira.

 A obra original é escrita para dois cantores, um ator e uma pequena orquestra. Nessa versão, a orquestra foi substituída por um piano elétrico, para facilitar a logística de transporte. A estréia está programada para o dia 28 de agosto em uma escola no Município de Santo André.

 SINOPSE

A CRIADA PATROA – Giovanni Batttista Pergolesi

 O espetáculo conta as desventuras da criada Serpina (Caroline De Comi), educada desde a infância por seu patrão Uberto (Márcio Marangon). Quando adulta, Serpina se apaixona pelo patrão e cria uma série de “armadilhas”, com a ajuda de seu amigo, também criado, Vespone, para conseguir casar-se com Uberto. Com muito humor, A Criada Patroa conduz o espectador através de tramas engenhosas, misturando a linguagem da comédia popular italiana com arquétipos da cultura brasileira. A obra original é um marco na história da ópera, pois é considerada precursora do estilo cômico no gênero.

 FICHA TÉCNICA

 Direção Cênica e Pedagógica: Livia Sabag

 Dedicando-se com exclusividade à direção cênica de espetáculos operísticos, Lívia Sabag realizou em julho de 2010 a direção cênica da ópera Rigoletto, de Verdi no Theatro São Pedro em São Paulo. Em 2009 realizou a direção artística e cênica de Pagliacci, de Leoncavallo, no mesmo teatro. Em 2008 concebeu e dirigiu a produção de Amelia al Ballo, de Menotti, para o Teatro Municipal de São Paulo e, no mesmo ano, realizou a direção artística e cênica das óperas A Water Bird Talk, de Dominick Argento e The Bear, de William Walton, no Theatro São Pedro. Foi ainda  assistente de direção em Maria Golovin, também de Menotti, no “XII Festival Amazonas de Ópera”, em Manaus. Em 2007, dirigiu Il Matrimonio Segreto, de Cimarosa, no Theatro São Pedro. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, estreou como diretora de ópera em 2003 com Der Schauspieldirektor (O Empresário), de Mozart, no Anfiteatro Camargo Guarnieri da USP. Em 2009, realizou estágio em direção cênica durante a montagem de Dialogues de Carmelites, de Poulenc, dirigida pelo americano Marc Verzatt em Westminster University, na cidade de Princeton em New Jersey.

 Direção de Produção: Cléia Mangueira

 Graduada em Comunicação Social, trabalha há mais de 12 anos na administração, gestão e produção de projetos culturais, destacando-se nas áreas de música erudita, teatro, cinema e artes plásticas. Recentemente produziu as óperas, Rigoletto, de Verdi, Pagliacci, de Leoncavallo, Water Bird Talk, de Dominick Argento e The Bear, de William Walton no Theatro São Pedro em São Paulo. Realizou em Portugal, Espanha e França pesquisa para o documentário Fora do Figurino. Produziu em parceria com Eddynio Rossetto as óperas O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu em São Paulo e Belo Horizonte e Il Matrimonio Segreto. Como produtora executiva convidada, participou de três edições do Festival Amazonas de Ópera, em Manaus. Dentre outras óperas que produziu estão; A Flauta Mágica, Macbeth, Gianni Schicchi, Otello (Verdi e Rossini), Fosca, Il Guarany, Maria Tudor, O Navio Fantasma, Ça-Ira, Ariadne Auf Naxos, Lady Macbeth do Distrito de Metsenk, As Bodas de Figaro e Madama Butterfly.

 Cantores:

Serpina – a criada   Caroline de Comi

Uberto – o patrão     Marcio Marangon

Vespone – o criado Rodrigo Manzelli

CONTATO:

JuBrum Comunicação Preto no Branco

Assessora – JULIANA BRUM

E-mail – pretonobrancoassessoria@gmail.com

67-9103- 4551

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Pirelli completa com sucesso o primeiro teste dos pneus de F1

A Pirelli deu o primeiro passo do seu retorno para o Campeonato Mundial de Fórmula 1 quando Nick Heidfeld completou o teste de dois dias seguidos ao volante de um Toyota TF109 ontem, quarta-feira, 18 de agosto.

 Heidfeld, o recém-contratado piloto de testes da Pirelli para a Fórmula 1, avaliou algumas versões do protótipo do pneu PZero para a Fórmula 1, que serão utilizados por todas as equipes a partir de 2011, de acordo com o contrato de três anos com a FIA – entidade que rege o automobilismo mundial.

 O objetivo do teste, que foi realizado em condições de tempo extremamente seco e ensolarado no circuito de Mugello, na Itália, foi dar início ao processo de definição de perfil dos pneus dianteiros e traseiros, assim como a base de construção que será utilizada para os novos PZero Fórmula 1, da Pirelli

 O diretor de Motorsport da Pirelli, Paul Hembery, explicou: “Este foi o primeiro passo do nosso retorno à Fórmula 1 e nós estamos muito satisfeitos com a performance dos pneus e com as informações que pudemos coletar. Estamos concentrados na finalização do perfil e da construção dos pneus dianteiros e traseiros, um processo que continuará ao longo dos próximos testes, que ainda iremos realizar.

 “A pista de Mugello tem uma superfície bem abrasiva, com curvas longas de média e alta velocidade, bem como curvas acentuadas em forma de U, que causam mudanças drásticas de direção, por isso, é um ótico campo de provas. Nós estamos no caminho certo e chegamos ao fim deste teste com uma grande quantidade de dados para analisar, o que é exatamente a situação que esperávamos ter.”

 A agenda de testes da Pirelli começou há menos de dois meses, quando o seu contrato como fornecedora única de pneus para o Campeonato Mundial de Fórmula 1 foi concluído, uma proeza que Hembery foi rápido em cumprir.

 ”Muitas pessoas se empenharam para chegarmos onde estamos hoje, em um período curto de tempo , e este esforço foi realmente incrível”, continua Hembery. “A equipe da Toyota também tem sido muito profissional e nos forneceu um carro muito bom e confiável. Nós todos estamos muito felizes em começar esta relação com Nick Heidfeld, que nos deu um monte de bons feedbacks e sugestões.”

 A Pirelli irá continuar com seu programa de desenvolvimento de pneus para a Fórmula 1 até o final deste mês.

Nick Heidfeld em ação durante o primeiro teste de pneus para a Fórmula 1 da Pirelli

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